
Um dia frio, o sol encoberto, o vento fazia-se sentir nos ossos á medida que a velocidade aumentava.
Os músculos tensos, vibravam a cada pedalada, o suor cobria a face e o cansaço fazia o corpo clamar por uma paragem.
faz um esforço e doma a bicicleta como um cavalo selvagem que não quer obedecer ao cavaleiro.
Um gesto brusco faz a bandolete que teima em cair ficar presa no lugar, puxa levemente a borda dos calções para cima o que torna o pedalar mais suave e eficaz, olha de soslaio por cima do ombro, e nem sinal dos elementos que com ele saíram, está sozinho no topo da serra com um sorriso mordaz nos lábios.
- Hoje vou-lhes dar meia hora de avanço, pensa enquanto morde esfomeado uma banana.
Atira-se á descida da serra na esperança de aumentar a vantagem que já de si é considerável,
mas, algo não está bem, a bicicleta vibra, a sensação que está preso, quer andar e algo o puxa, abre os olhos, e...
- Pai, Pai... acorda que tens de me levar á escola...
A poesia é do mais belo que existe , consegue dar-nos as sensações por que almejamos ,faz-nos descrever o indescritivel , no fundo , faz do sonho realidade.... VAI MUNDO ACORDAAAA A MÍUDA ESTA Á ESPERA !!
ResponderEliminaracorda acorda mais 20 no domingo
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